Revista Teologia Brasileira - Edição atual

NÚMERO 60, ANO 2017
Nesta edição da revista Teologia Brasileira, publicamos uma resenha realizada por Franklin Ferreira sobre o livro De quem é a Terra Santa: o contínuo conflito entre Israel e a Palestina, de Colin Chapman. Franklin alerta que esse parece ser o primeiro livro publicado por uma editora evangélica no Brasil que faz uma defesa, mesmo que velada, da causa dos árabes palestinos, com um preconceito cuidadosamente escondido contra o Estado de Israel – a única democracia verdadeira no Oriente Médio.

Em um artigo esclarecedor, Solano Portela desenvolve o conceito de globalização sob uma perspectiva bíblica e histórica explicando a importância do assunto para nossas vidas e nossas igrejas. A expectativa é de sermos alertados sobre os perigos e de sermos aguçados quanto às bênçãos que podem existir, na situação em que nos encontramos.

Joel Bueche Lopes apresenta uma reflexão de alta relevância para os momentos atuais: O pacifismo é a resposta bíblica à violência e ao terrorismo? Trata-se de uma indagação legítima, já que o mundo vem sofrendo com uma grande onda de ataques terroristas. O cristão pode envolver-se numa guerra do seu país? Esta e outras questões, que geralmente são levantadas, são tratadas por Joel de forma introdutória.

Por fim, Judiclay Santos, por sua vez, conta-nos sobre a chegada dos primeiros missionários evangélicos genebrinos ao Brasil em dezembro de 1555, na baía de Guanabara e como surgiu a confissão de fé da Guanabara, uma primorosa e verdadeira expressão da teologia reformada.

No vídeo desta edição, Tiago Cavaco trata de um tema muito relevante e atual: a catolicidade. Para sermos bons cristãos que respeitam a história e a tradição, precisamos nos tornar católicos romanos? Para sermos bons cristãos da igreja universal temos de estar dentro de Roma? A resposta a estas perguntas é não. Isso não significa que a Reforma seja um movimento sectário, pois, segundo o próprio Tiago Cavaco afirma, “O protestante não protesta para dividir, mas sim para unificar a igreja”.

Boa leitura!

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Ser Católico sem ser Romano: Como a Reforma não nos tira da Igreja universal

Para sermos bons cristãos que respeitam a história e a tradição, precisamos nos tornar católicos romanos? Para sermos bons cristãos da igreja universal temos de estar dentro de Roma? A resposta a estas perguntas é não. Isso não significa que a Reforma seja um movimento sectário, pois, segundo o próprio Tiago Cavaco afirma, “O protestante não protesta para dividir, mas sim para unificar a igreja”.