Bíblia e Exegese

O Jacó e o Israel - Breve análise das visões de Amós

7/5/2010

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O profeta Amós é reconhecidamente um profeta visionário. Ele é assim denominado até por seus oponentes (7.12). De fato, as “palavras” de Amós expressam aquilo que o profeta “viu a respeito de Israel” (1.1). Mas são as cinco visões narradas no livro que legaram ao profeta o título de ‘vidente’. Tais visões compõem a terceira e última parte do livro de Amós, a saber, os capítulos 7 – 9, já que as duas outras partes são formadas por Am 1-2 (ciclo dos povos) e Am 3 – 6 (conjunto de ditos a respeito de Israel).

As cinco visões de Amós são bem delimitadas textualmente:
1ª visão: 7.1-3
2ª visão: 7.4-6
3ª visão: 7.7-9
4ª visão: 8.1-3
5ª visão: 9.1-4

Segundo muitos comentaristas, tais visões são fundamentais para a compreensão do livro de Amós. Nelson Kirst, em seu estudo sobre Amós, analisa 1.1-2, e imediatamente passa a analisar Am 7 – 9. Pois aqui, nas visões, “é que vamos encontrar o motor, a origem, o começo de Amós como profeta. Aqui é que vamos descobrir por que Amós foi para o norte e porque anunciou no norte aquilo que disse. Tudo o mais que nos é relatado no Livro não passa de decorrência das visões.”1  Em 1.1, no título introdutório do livro, lê-se as “palavras que Amós viu”.  À luz desta constatação, Milton Schwantes afirma que “o título do livro já remete para as visões.”2  Schwantes afirma, sobre Amós: “Fala porque viu! É mensageiro porque é visionário! Portanto, Am 1 – 2 e 3 – 6 são iluminados pelas visões de Am 7 – 9.” 

Assim, Amós é mensageiro, porque é vidente. Pois fala como alguém que foi coagido pelo Senhor (3.8); fala em nome do Senhor (veja a fórmula “assim disse o Senhor”, em 1.3,6; 3.12; 5.16). Mas Amós também é “vidente” (7.12). Ele é qualificado assim pelas visões, em Am 7 – 9.

Passemos a analisar brevemente essas visões. Notar-se-á que as duas primeiras defendem a causa do “Jacó pequeno”, enquanto que a 3ª e 4ª, somadas à 5ª, afirmam que o juízo divino chegou para o povo de Deus, Israel.

1ª e 2ª visões
As duas primeiras visões formam um par. São parecidas na forma e no conteúdo:

1ª visão: 7.1-3
a) Fórmula introdutória “assim me fez ver meu Senhor Javé”: v.1a
b) A visão – a vinda dos gafanhotos: v.1b
c) Clamor do profeta – “Como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno”: v.2
d) O castigo é suspenso –  “Não acontecerá, disse Javé”: v.3

2ª visão: 7.4-6
a) Fórmula introdutória “assim me fez ver meu Senhor Javé”: v.4a
b) A visão – a seca: v.4b
c) Clamor do profeta – “Como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno”: v.5
d) O castigo é suspenso –  “Não acontecerá, disse Javé”: v.6

Em ambas as visões acontece o perdão. Na primeira visão, a praga dos gafanhotos ameaça o pequeno Jacó “depois da ceifa do rei”. A “ceifa do rei” é a tributação estatal sobre a produção camponesa (1Rs 18.5; cf. 1Sm 8.10-17). Mas, na visão de Amós, o que sobrou da cobrança tributária está sendo ameaçado pelos gafanhotos.

“Quando se deu essa visão, Jeroboão II, que era um grande guerreiro, e tinha, naturalmente, um exército tão grande que, com seus outros empreendimentos, exigia, uma grande parte da colheita serôdia. Só depois que ele se satisfizesse é que os lavradores podiam aproveitar o resto.”4  Jacó é “pequeno”! É desprestigiado. E não usufrui nem do resto do fruto do seu trabalho!

Na segunda visão, uma grande seca ameaça os camponeses. O “grande abismo” é uma referência às “águas do subsolo, na Palestina tão decisivas para a sobrevivência no verão, nos meses da seca”5 . Já o termo “herança”, que A Bíblia de Jerusalém acertadamente traduziu por “campo”, alude à parcela de terra dos clãs. Na primeira visão, a produção dos camponeses é atingida pela praga de gafanhotos. Nesta segunda visão, a ameaça (seca) se posiciona contra o meio de produção. “Em questão está tanto o resultado do trabalho dos agricultores quanto a própria condição de produzir.”6

Mas o “Jacó pequeno”, aquele que nem resto tem para usufruir, pode gozar do perdão divino. Nessas duas primeiras visões, o Senhor ouve o clamor do profeta, e suspende o juízo. Já os senhores do palácio, aqueles que se sustentam pela opressão dos pobres, terão a mesma sorte? À luz de 7.17, a resposta é obviamente negativa. O “Jacó pequeno” recebe o perdão divino. Aqueles que não têm nada, têm tudo. Em contrapartida, a monarquia de Jeroboão, que detinha a riqueza em suas mãos, não teria o presente tão valioso estendido ao pequeno Jacó.

3ª e 4ª visões
A terceira e a quarta visões formam um outro par, dentro do conjunto de Am 7 – 9. Tais visões são bem diferentes das duas primeiras, tanto na forma quanto no conteúdo. Ora, nas duas primeiras, o profeta clamou ao Senhor, e o juízo foi suspenso. Mas, na terceira e na quarta, o profeta não ora, e o Senhor não perdoa. A expressão “jamais passarei por ele”, em 7.8 e 8.2, poderia muito bem ser traduzida como “não tornarei mais a perdoá-lo” (A Bíblia de Jerusalém). Há, também, outra diferença. Nas duas primeiras visões, o conteúdo da visão não precisa de explicação. A visão em si suscita a súplica do profeta. Mas a terceira e quarta visões são explicadas pelo Senhor.

Quanto à forma, essas visões também são bem diferentes das duas primeiras. Nelson Kirst observa a seguinte estrutura formal da 3ª e 4 visões7 :

a) introdução: “assim me fez ver meu Senhor Javé”
b) a imagem da visão, (1) introduzida por “e eis” e (2) apresentando uma cena estática, (3) não compreensível por si mesma.
c) pergunta de Javé: “O que está vendo, Amós?”
d) a resposta de Amós, concisa, apenas mencionando a imagem.
c) dito de Javé, interpretando a imagem.

Na terceira visão (v.7-8+9), Amós contempla Javé sobre um muro, tendo em Sua mão um “prumo”. A visão em si não tem sentido. Precisa ser explicada. É isso que o próprio Javé faz, no v.8: “Eis que vou pôr um fio de prumo no meio do meu povo, Israel” (tradução de A Bíblia de Jerusalém). Qual é o significado do “prumo”? O termo hebraico anak, traduzido por “prumo”, não acorre em nenhum outro texto da Bíblia Hebraica. A palavra também pode ser traduzida por “estanho”. Jörg Jeremias prefere esta tradução, aventando a possibilidade de o termo referir-se às armas fabricadas de bronze.8   Mesmo que Israel tenha segurança e estabilidade (este seria o sentido do “muro”, no v.7, segundo Jeremias), Javé estenderia sua arma contra Israel e o destruiria.9 

Mas, convém afirmar que o anak é um “prumo”, cuja função é examinar a qualidade do muro mencionado no v.8. Caso se encontre irregularidades, o muro precisa vir ao chão.

“O prumo é usado para verificar se há falta de retidão num muro ou parede. Ele não corrige a tortuosidade, mas a identifica. Deus sonda Seu povo, põe o prumo nele e constata sua sinuosidade na doutrina, na ética e nos relacionamentos. Deus coloca seu povo na balança e o acha em falta.”10

O v.9 é um dito adicionado à visão. Literariamente, o dito prepara o cenário para a narrativa a seguir (v.10-17). Algumas expressões encontradas no v.9 nos arremessam à narrativa seguinte:

> altares de Isaque, cf. v.16, onde se lê “casa de Isaque”.
> santuários de Israel, cf. v.13, onde se lê “santuário do rei”.
> casa de Jeroboão, cf. v.11, onde se lê “Jeroboão”.

No episódio narrado nos v.10-17, Amazias, o sacerdote de Betel, parece ter conhecimento das visões de Amós. Pois o sacerdote chama o profeta de “vidente” (v.12). E, na fala do v.12, Amazias realmente conhece o dito do v.9.

Passemos à quinta visão (8.1-2+v.3). Javé mostra para Amós um “cesto de frutos de verão”. A cena aponta à declaração no fim do v.2: “Chegou o fim do meu povo Israel”. Há um jogo de palavras entre qayis, “fruto de verão”, e qes, “fim’. Como afirmou Kunstmann, o sentido da visão é este: “agora meu povo está maduro para ser apanhado e recolhido.”

“Um anti-êxodo acontecerá. Com o êxodo, Israel foi trazido de uma terra estranha para uma terra que recebeu como sua. Agora, com o anti-exôdo, será levado da terra que lhe fora dado para uma terra estranha.”11  Israel saiu de uma terra de escravidão para a terra da promessa. Mas voltaria à terra da escravidão, novamente.

Até aqui, percebeu-se que o “Israel” mencionado nessas visões não é o mesmo “Jacó pequeno”, referido nas duas primeiras. O “Israel” é o conjunto formado por “lugares altos de Isaque”, pelos “santuários”, pela “casa de Jeroboão” (7.9) e pelo “palácio” (8.3). Este é o “Israel, meu povo”. Trata-se da grandeza estatal do Israel do Norte.

Bem disse Jesus: dos pequeninos é o reino dos céus. O grande Deus se atenta aos pequenos. O “Jacó pequeno”, no contexto de Amós, era os camponeses desfavorecidos com sistema tributário administrado pela monarquia de Jeroboão II. Mas Javé estava pronto para estender sua graça aos desprestigiados. Da mesma forma, na época do Novo Testamento, os desprestigiados pela sociedade grego-romana tiveram uma atenção especial de Cristo.

Há, ainda, algo importante a se observar na 3ª e 4ª visões. O profeta Amós, em ambas, é nominalmente chamado por Javé: 7.8 e 8.2. As visões se caracterizam pelo diálogo entre o profeta e Javé. Amós é íntimo de Deus. Interessante: Deus preferiu se revelar por um pastor de ovelhas e vaqueiro, Amós, a manifestar suas palavras através do santuário Betel, que levava o nome divino (lembre-se: “Betel” significa ‘casa de Deus’).

 

5ª visão
A quinta visão é o auge final das visões. De certa forma, ela completa a 3ª e 4ª visões. Vejamos. A 3ª visão simplesmente afirmou que Javé não mais concederia seu perdão para Israel. Mas a 3ª visão não explicitou, exatamente, quais seriam as conseqüências do juízo divino. Isso é explicado na 4ª visão: “Chegou o fim sobre o meu povo Israel”. E, progredindo ainda mais, a 5ª visão explicita qual a dimensão desse fim: “nenhum deles poderá fugir, nenhum deles poderá escapar” (9.1, tradução de A Bíblia de Jerusalém). Nessa 5ª visão, “o fim da quarta visão chegou a sua interpretação cabal.”12

O lema da 5ª visão é: Javé está contra o “altar” (cf. 7.9). Nessa última visão, Amós contempla Javé batendo dos capitéis do santuário, de modo a causar um tremor que abala até os batentes do santuário. “O ‘fim’ é descrito em toda a sua dimensão, como de um juízo que parte de um terremoto provocado por Javé, tendo como epicentro o templo, e que assume as mais diversas formas até o extermínio absoluto.”13

O “altar” é uma alusão ao santuário de Betel, ainda que por extensão possa se referir aos demais santuários de Israel. Pelo livro de Amós, percebe-se que Javé abomina as instituições cúlticas cúmplices das injustiças e pobrezas da sociedade (2.8; 5.21-24; 8.5-6).

Não há escape para os transgressores de Israel. É isso que afirmam os v.2-4. Mesmo que os transgressores subissem ao lugar mais baixo, o xeol, ou ao lugar mais o alto, o “céu”, não poderiam escapar do juízo divino (v.2). Sobre o xeol, atentemo-nos para a explicação de Isaltino Gomes: “A linguagem é figurada. O xeol era o mundo subterrâneo. Poderiam tentar esconder-se num mundo subterrâneo, cavando até o xeol. Deus os tirariam de lá. Não haveria cavernas onde se escondessem.”14

No v.3, lemos a expressão “eu me colocarei contra eles” (Almeida Século XXI), que é bem melhor traduzida por “porei meus olhos sobre eles”. Frequentemente a expressão é usada na Bíblia Hebraica para se referir ao olhar benevolente de Deus (Gn 16.7-14). Ele é o Deus que vê os necessitados. Ele é o Deus que manifesta sua presença aos que sofrem. Mas, aqui em Amós, o olhar de Deus evoca o juízo. “Aí reside o terrível da nova situação: o castigo não se deve à ausência de Javé (...) Não a ausência, mas justamente a sua presença é que produz o juízo. A presença do Deus que escolheu o povo é que gera o extermínio do povo escolhido.”15 

Há aqui uma lição para todos nós. Será que tememos diante da presença do Senhor? Pois, com a mesma medida em que Sua presença traz paz ao coração atribulado, também traz juízo ao coração endurecido pela cera do pecado.

Conclusão
A cinco visões arquitetam a mensagem de Amós. As duas primeiras são paralelas, e defendem a causa do “Jacó pequeno”. Este representa os camponeses espoliados pelas injustiças patrocinadas pela monarquia de Jeroboão. A terceira e quarta visões também são paralelas, e manifestam o juízo divino contra a casa de Jeroboão. Esta é a grandeza estatal do Reino do Norte, viabilizada pela religião. O santuário de Betel é focalizado (7.9 + v.10-17). Pois é ele que viabiliza a ideologia do estado de Israel, propagando uma religião que defende a causa dos opressores. Assim, a quinta visão é auge final do ciclo das visões, e descreve o próprio Javé derrubando o santuário de Betel.

Betel tem um profundo significado espiritual em Gêneses. “Betel” é a ‘casa de Deus”. É o lugar do encontro com Deus (Gn 28.1-19). Quando Jacó saiu de Betel, em Gn 28, ele era Jacó, o “usurpador”. Mas quando ele retornou para lá, em Gn 35, ele era “Israel”, aquele que “luta com Deus”, aquele que foi transformado pela graça de Deus (veja, em especial Gn 35.9-14). Mas, na época de Amós, Betel se transformara num “santuário do rei” (Am 7.13). De “casa de Deus”, passou a ser chamada de “santuário do rei”. De um lugar de encontro com Deus, Betel passou a ser um lugar a partir do qual o reinado de Jeroboão manipulava os empobrecidos camponeses. Na verdade, o “Israel, meu povo” (8.2), tornara-se em Jacó, o usurpador. O “Israel” que deveria ser aquele que fora transformado pela graça de Deus, é o Jacó antes do encontro com Deus e antes da construção do altar em Betel (Gn 35.9-14). Mas, o “Jacó pequeno”, mencionado nas duas primeiras visões, é o Israel verdadeiro, em potencial. É aquele a quem Deus perdoa! Por mais que exista um grupo que se denomine “Israel”, mas cujas atitudes não condizem com seu nome, Deus sempre se atentará para o pequeno Jacó, e fará dele o verdadeiro Israel de Deus (veja Am 9.14!).

A Igreja de Cristo deveria se atentar para esta palavra de Amós. Somos o povo de Deus, o Israel espiritual. Mas corremos o risco de se nos acomodarmos ao institucionalismo legalista e à religião manipuladora. Mas, seria bem melhor sermos o “Jacó pequeno”, aquele que carece da graça de Deus. Deveríamos ouvir a palavra de Jesus aos fariseus: “as prostitutas e os publicanos vos precedem no reino de Deus”.

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BIBLIOGRAFIA

COELHO FILHO, Isaltino Gomes, Os profetas menores I – Oséias, Joel, Amós, Obadias e Jonas, Rio de Janeiro, Juerp, 2004, 160p.
DA SILVA, A. J., A Voz Necessária. Encontro com os Profetas do Século VIII a.C., São Paulo, Paulus, 1998.
DIAS LOPES, Hernandes. Amós – Um clamor pela justiça social, São Paulo, Hagnos, 2007, 215p. (Comentários Expositivos Hagnos).
JEREMIAS, Jörg, The book of Amos – a commentary, translated by Douglas W. Stott. Westminster John Knox, Louisville, 1998.188p. (Old Testament Library)
KIRST, Nelson. Amós – Textos selecionados, 2ª edição, São Leopoldo: Faculdade de Teologia – Igreja Luterana no Brasil, 1983.
REIMER, H., Amós - profeta de juízo e justiça, em CROATTO, J. S. et alii, Os Livros Proféticos: A Voz dos Profetas e suas Releituras, RIBLA 35/36 (2000/1/2), Petrópolis, Vozes/Sinodal, pp. 171-190.
SCHÖKEL, L. A. & SICRE DIAZ, J. L., Profetas II, São Paulo, Paulus, 2002.
SCHWANTES, Milton, A terra não pode suportar suas palavras“ (Am 7,10): reflexão e estudo sobre Amós, São Paulo, Paulinas, 2004.
SICRE, J. Luis, A Justiça Social nos Profetas, São Paulo, Paulus, 1990.
SICRE, J. Luis, Profetismo em Israel – Os Profetas, a Mensagem, Petrópolis, Vozes, 1996.
WOLFF, Hans Walter, Joel and Amos - A Commentary on the Books of the Prophets Joel and Amos, Philadelphia, Fortress Press, 1977, 396p.

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NOTAS

1 Nelson Kirst. Amós – Textos selecionados. 2ª edição. São Leopoldo: Faculdade de Teologia – Igreja Luterana no Brasil, 1983, p.42. 
 2 Milton Schwantes, A terra não pode suportar suas palavras – reflexão e estudo sobre Amós, São Paulo, Paulinas, 2004, p.187.
 3 Milton Schwantes, A terra não pode suportar suas palavras – reflexão e estudo sobre Amós, p.187.
 4 Hernandes Dias Lopes, Amós – Um clamor pela justiça social, São Paulo, Hagnos, 2007, p.162 (Comentários Expositivos Hagnos).
  5Milton Schwantes, A terra não pode suportar suas palavras – reflexão e estudo sobre Amós, p.190.
  6Milton Schwantes, A terra não pode suportar suas palavras – reflexão e estudo sobre Amós, p.198.
  7Nelson Kirst. Amós – Textos selecionados, p.67.
  8Jörg Jeremias, The book of Amos – a commentary.  Translated by Douglas W. Stott. Westminster John Knox, Louisville, 1998, p.130-133 (Old Testament Library).
  9Jörg Jeremias, The book of Amos – a commentary, p.132.
  10Hernandes Dias Lopes, Amós – Um clamor pela justiça social, p.165.
  11Isaltino Gomes Coelho Filho, Os profetas menores I – Oséias, Joel, Amós, Obadias e Jonas. Rio de Janeiro, Juerp, 2004, p.99.
 12 Nelson Kirst. Amós – Textos selecionados, p.82.
 13 Nelson Kirst. Amós – Textos selecionados, p.89.
 14 Isaltino Gomes Coelho Filho, Os profetas menores I, p.100.
  15Nelson Kirst. Amós – Textos selecionados, p.85.


 

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Luciano R. Peterlevitz

Luciano R. Peterlevitz

Bacharel em Teologia (FTBC e FATEO/UMESP); Mestre e Doutor em Ciências da Religião, na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico, pela Universidade Metodista de São Paulo. Coordenador Acadêmico da Faculdade Teológica Batista de Campinas, onde também leciona Hebraico, Antigo Testamento e Hermenêutica Bíblica nos cursos de Bacharelado em Teologia e Pós-graduação em Exposição Bíblica.

 

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